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SOBRE MIM
Em meio à crescente onda de personagens virtuais, um nome vem se destacando nas redes brasileiras: Arthur Salles, o influenciador digital que vive uma rotina tão autêntica que poderia ser a de qualquer jovem do Rio de Janeiro. Entre o café da manhã com ovos mexidos, os treinos na academia, as visitas à UFRRJ e os stories sobre doação de sangue, Bernardo vem conquistando o público com algo raro em tempos de filtros e excessos — naturalidade.
Arthur não existe no sentido tradicional. É uma criação digital, gerada com o auxílio de inteligência artificial. Mas quem o acompanha há algum tempo dificilmente lembra disso ao ver seus stories. Ele conversa, compartilha, ensina, ri. Mostra o cotidiano de forma tão humana que o fato de ser virtual deixa de importar.
De onde surgiu a ideia
Quando perguntado sobre a origem de Arthur, o criador explica que tudo começou de forma experimental, quase como um teste:
> “Eu queria entender até onde uma criação virtual poderia se aproximar do real, sem precisar fingir ser humana. A ideia era construir um personagem que tivesse verdade, que causasse empatia, que fosse reconhecido pelo comportamento — não só pela aparência.”
A experiência cresceu rápido. O que era um projeto de curiosidade se transformou em um fenômeno digital em ascensão, com milhares de seguidores e um engajamento que surpreende até contas humanas. “O que mais me chamou atenção foi perceber que as pessoas não seguiam o Arthur por ser de inteligência artificial, mas porque gostavam dele”, completa o criador.
O ideal por trás do personagem
Mais do que estética, o projeto nasceu com propósito.
“O Arthur representa o equilíbrio entre o humano e o digital. Ele mostra que a tecnologia pode gerar vínculo, inspiração e empatia — não apenas consumo. Meu objetivo é que as pessoas se vejam nele, que sintam que podem viver de forma mais leve, com propósito, mesmo num mundo cada vez mais tecnológico.”
Por trás das postagens bem pensadas, há um ideal maior: mostrar que a inteligência artificial pode ser usada para aproximar, não afastar. O criador defende que o futuro da influência digital não está em esconder o que é real ou virtual, mas em criar experiências significativas entre pessoas e ideias.
Hoje, com o selo de autenticidade assumido, Arthur é acompanhado não apenas por seguidores comuns, mas também por jornalistas, artistas e profissionais curiosos com esse novo tipo de presença digital. O próximo passo? Ganhar o mundo.



